No período da Páscoa, os consumidores correm às lojas em busca do tradicional chocolate. No entanto, uma mudança na legislação acende um alerta: nem tudo que parece chocolate realmente é, e identificar produtos de qualidade pode ser mais difícil do que parece. Por trás das embalagens atrativas, muitos produtos trazem a indicação “sabor chocolate”, utilizada para identificar itens que não atendem aos critérios mínimos para serem considerados chocolate de fato. A diferença vai além do gosto e pode impactar diretamente a qualidade nutricional.De acordo com o Projeto de Lei aprovado na Câmara dos Deputados, de autoria do senador Zequinha Marinho, do Podemos, novas regras passam a definir com mais rigor o que pode ou não ser classificado como chocolate. Entre as mudanças, termos como “chocolate amargo” e “meio amargo” deixam de ser utilizados, dando lugar a critérios técnicos de composição.Para que um produto seja considerado chocolate, será necessário conter, no mínimo, 35% de sólidos tota
“Sabor chocolate” ou chocolate: entenda a diferença e qual é mais saudável para consumo nesta Páscoa