Indústria fecha 2025 com alta de 0,6%, pressionada pelos juros altos
A pressão causada pelos juros altos fez a indústria brasileira perder ritmo nos últimos meses do ano e fechar 2025 com crescimento de 0,6%.
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Após a conclusão das investigações sobre o assassinato do cão Orelha, em Florianópolis, a Polícia Civil de Santa Catarina apontou que somente um adolescente foi o autor do crime. De acordo com o inquérito, Orelha foi atacado na madrugada de 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava. A polícia pediu à Justiça a internação do suspeito — privação de liberdade equivalente à prisão no sistema penitenciário —, medida mais gravosa para menores de 18 anos prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).Cão Orelha: além de pedir a internação de adolescente, polícia de SC indiciou três adultos; entenda por quêCão Orelha: de moletom a contradições, delegado-geral lista 10 pistas que levaram a polícia a identificar autorNo início das investigações, a polícia apurou o envolvimento de quatro suspeitos, todos adolescentes. Eles chegaram a ser suspeitos de envolvimento na agressão ao cão comunitário Caramelo, companheiro de Orelha, mas a participação foi descartada. No caso de Caramelo, outros quatro adolescentes foram representados pela polícia por maus-tratos."Neste caso (Caramelo), há vídeo de adolescentes levando-o para o mar e vídeos de adolescentes jogando-o dentro de um condomínio, através de um muro de cerca de 1,5 metro. São adolescentes diferentes do caso do Cão Orelha, que também foram representados", explicou a Polícia Civil.O que diz o ECAO ECA estabelece uma série de medidas para punir atos infracionais, como são chamadas as condutas descritas como crime ou contravenção penal. No caso do suspeito pela morte de Orelha, foi solicitada à Justiça a medida mais grave, quando o menor "cumpre pena" no sistema socioeducativo, com prazo máximo de três anos. A medida só pode ser aplicada em casos de "grave ameaça ou violência a pessoa, reiteração no cometimento de outras infrações graves ou descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta". A manutenção deverá ser avaliada a cada seis meses e, caso atinja o prazo máximo, o adolescente é colocado em regime de semiliberdade ou de liberdade assistida.A semiliberdade, conforme o ECA, prevê a realização de atividades externas. Já a liberdade assistida demanda o auxílio de um orientador, que deverá "promover socialmente o adolescente e sua família", supervisionar a frequência escolar e ajudar na inserção no mercado de trabalho.Cão Orelha: como um software francês ajudou a localizar autor durante ataqueAs autoridades podem definir outras três formas de punição. Apenas uma advertência, em casos mais brandos; obrigação de reparar o dano, caso haja no ato infracional reflexos patrimoniais capazes de ser restituídos ou ressarcidos; ou prestação de serviços à comunidade, com atividades no prazo limite de seis meses e durante jornada máxima de oito horas semanais. "Em nenhuma hipótese será aplicada a internação, havendo outra medida adequada", frisa o estatuto.Nesta segunda-feira, a deputada federal Rosana Valle (PL-SP) protocolou um projeto para incluir no ECA a previsão de internação em delitos cometidos contra animais. Da mesma maneira, uma proposta similar foi apresentada no mesmo dia pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), que busca instituir que a medida seja aplicada “mediante violência que resulte em lesões graves ou morte de animais”.A Vara da Infância e Juventude decidirá sobre qual punição é mais adequada para aplicar a partir do processo e julgamento dos suspeitos apontados no inquérito.Maioridade penalApós uma série de protestos pelo país pela morte do cachorro Orelha, o deputado federal Mendonça Filho (União-PE) avalia a possibilidade de incluir a redução da maioridade penal para crimes contra animais na PEC da Segurança Pública. Atualmente, o texto já prevê um referendo popular para 2028 que decidirá se adolescentes a partir de 16 anos passarão a responder judicialmente por crimes violentos contra seres humanos — e agora o parlamentar cogita que a regra também contemple crueldade contra pets.A morte do cachorro mobilizou atos pelo país neste domingo, em especial na Avenida Paulista, em São Paulo, com manifestantes pedindo justiça e levando cartazes cobrando punição criminal.— Admito considerar isso (incluir violência contra animais entre os crimes que terão redução da maioridade penal caso seja aprovado em referendo). Depois da morte violenta do cão Orelha, que foi algo cruel e abjeto, houve uma mobilização muito intensa por parte dos defensores de animais e isso entrou no debate. Vou ouvir os pares sobre o tema — afirmou o deputado.
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Representantes da Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil, secretarias municipais e da Associação dos Blocos Carnavalescos de Cabo FrioSecom / Cabo FrioA Prefeitura de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, definiu em conjunto com as forças de segurança, o planejamento operacional para o Carnaval 2026. A estratégia foi debatida em uma reunião realizada nesta segunda-feira (2) no 25o Batalhão da Polícia Militar e envolve ações de policiamento, ordenamento urbano, trânsito e fiscalização durante os dias de folia.O encontro reuniu representantes da Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Polícia Civil, secretarias municipais e da Associação dos Blocos Carnavalescos. O objetivo foi alinhar medidas para garantir a segurança da população, a organização dos eventos e a preservação dos espaços públicos ao longo da programação.De acordo com a Secretaria de Segurança e Ordem Pública, o esquema seguirá o modelo aplicado no Réveillon, com reforço no efetivo da Guarda Civil Municipal, apoio da Polícia Militar e atuação ampliada da Polícia Civil. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp.Veja os vídeos que estão em alta no g1Plano de Segurança IntegradoO planejamento inclui viaturas posicionadas em locais estratégicos, uso de drones e integração de câmeras de monitoramento ao sistema de reconhecimento facial da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Também será utilizado um caminhão equipado com tecnologia de reconhecimento facial para identificação de pessoas com mandados de prisão em aberto.Entre as medidas previstas estão a instalação de pontos de revista com detectores de metal, fiscalização rigorosa da entrada de garrafas de vidro e objetos perfurocortantes, além de ações para coibir práticas irregulares, como flanelagem, uso de caixas de som, atividades esportivas nas praias e outras condutas que prejudiquem a ordem pública.O plano também contempla ações preventivas, como a distribuição de pulseiras de identificação para crianças nas praias do Forte e do Peró, reforço no patrulhamento ostensivo, fiscalização de coolers e monitoramento no mar para coibir irregularidades com embarcações e motos aquáticas. Haverá ainda orientações e fiscalização ambiental para proteger dunas, áreas sensíveis e praias certificadas com o selo Bandeira Azul.O ordenamento do trânsito ficará sob responsabilidade da Guarda Civil Municipal e da Secretaria de Mobilidade Urbana, que irão implementar bloqueios temporários, desvios e apoio à circulação de veículos e pedestres durante a passagem dos blocos. Segundo distrito de Cabo Frio - Tamoios Em Tamoios, estão previstas medidas específicas para melhorar o fluxo entre o distrito e Barra de São João, como controle viário na ponte e ajustes na sinalização.Ficou definido que os blocos carnavalescos deverão encerrar suas atividades à meia-noite. Ao todo, mais de 60 blocos estarão distribuídos em oito polos espalhados pela cidade, incluindo bairros como Palmeiras, Passagem, Peró, São Cristóvão, Praia do Forte, Tamoios, Polo Gastronômico e Maria Joaquina, com estrutura de palcos, trios elétricos e áreas de concentração previamente estabelecidas.
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O Santander Brasil deve ver mais pressão em provis...
Lire l'article →Estudante que devolveu PIX de R$ 200 mil está em busca de trabalhoO estudante Leandro Pinheiro, de 25 anos, que devolveu o PIX de R$ 200 mil enviado por engano, conseguiu emprego após a repercussão do caso. Ele começou a trabalhar como estoquista e declarou que se sente recompensado. “A maior recompensa foi a consciência tranquila”, afirmou. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsAppLeandro contou que, antes de receber o dinheiro, ele já estava procurando emprego e disparando currículos no mercado de trabalho. “No dia em que o dinheiro caiu, eu fiz a entrevista. Quando foi na terça-feira, deu a repercussão, mas o rapaz que fez a entrevista falou: ‘Eu vi toda a sua repercussão. Eu estava torcendo para o seu processo todo seletivo’”, relatou o jovem. Leandro ficou conhecido após devolver um PIX de R$ 200 mil depositado na conta dele. Ao g1, ele contou que não utilizava a conta e que ficou sabendo do depósito após receber uma ligação do empresário que fez a transferência por engano. LEIA TAMBÉM:QUANDO ACONTECEU: Estudante devolve PIX de R$ 200 mil após engano de empresárioEM BUSCA DE EMPREGO: Estudante que devolveu PIX de R$ 200 mil está em busca de trabalhoEstudante que devolveu PIX de R$ 200 mil após engano de empresário recebeu recompensa: ‘Honestidade não tem preço’Jovem mostra comprovante de devolução de Pix depositado por engano em sua conta, em GoiásArquivo pessoal/Leandro PinheiroO caso aconteceu no dia 16 de janeiro, e a devolução foi concretizada na terça-feira (20). Segundo Leandro, o empresário explicou, durante a ligação, que havia comprado uma carreta de bovinos e entrou em desespero ao perceber que errou na hora de fazer a transferência para o número do vendedor. No dia do depósito, o estudante relatou que a conta foi bloqueada por conta do alto valor. Foi preciso entrar em contato com o banco para explicar a situação e pedir o estorno do valor para o proprietário do dinheiro. Após devolver o PIX, Leandro afirmou que o empresário ficou grato e pagou uma compensação financeira ao rapaz de R$ 1 mil. A busca por emprego Leandro Pinheiro estava em busca de emprego quando recebeu o PIX por engano. Ele mora em Goiânia há cerca de um ano e estava vivendo do seguro-desemprego. O estudante ainda pretende se aperfeiçoar na profissão que está cursando, Técnico em Enfermagem, com oportunidade de um emprego melhor. Ele explicou que veio para Goiânia, onde também vive um irmão, em busca do sonho de cursar enfermagem. VEJA TAMBÉM | Advogada recebe PIX com mais de R$ 100 mil por engano, em Anápolis:Advogada recebe PIX com mais de R$ 100 mil por engano, em Anápolis📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás.VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
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