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Prêmio Amil de Medicina abre inscrições para pesquisas inéditas

Prêmio Amil de Medicina abre inscrições para pesquisas inéditas

Médicos brasileiros e profissionais autorizados a atuar no país já podem se preparar para participar do Prêmio Amil de Medicina 2026. As inscrições estão sendo abertas hoje, 1, e seguem até 31 de outubro para pesquisas inéditas concluídas no Brasil entre janeiro de 2023 e julho de 2026. Podem concorrer médicos autores dos estudos e equipes multidisciplinares, desde que a inscrição seja feita por um dos médicos — e não é necessário integrar a rede credenciada da Amil. Inscreva-se no Prêmio Amil de Medicina 2026 Criado pela Amil, o prêmio vai reconhecer pesquisas em duas áreas consideradas estratégicas: Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e Envelhecimento e Multimorbidade. Ao todo, serão distribuídos R$ 200 mil entre os vencedores. — Reconhecer quem produz conhecimento é também uma forma de fortalecer a medicina brasileira. Queremos ampliar a visibilidade de pesquisas desenvolvidas por médicos do país e criar uma agenda permanente de diálogo com a comunidade médica e científica — afirma Renato Manso, CEO da Amil. Reconhecer quem produz conhecimento é também uma forma de fortalecer a medicina brasileira" A iniciativa reforça a importância do médico na produção de conhecimento e na evolução da saúde no país. Também evidencia o papel da Amil na condução de um sistema que envolve decisões com impacto direto no cuidado e na vida dos brasileiros. — Como gestora de um sistema de saúde, a nossa missão é cuidar das pessoas. Não vemos cada cliente apenas como um paciente, mas, sim, como indivíduos — explica Cristina Mendes, vice-presidente médica da Amil. — O Prêmio Amil de Medicina é mais uma forma de mostrarmos que estamos pensando em como contribuir para a promoção de conhecimento — completa ela. DUAS CATEGORIAS A premiação é dividida em duas categorias: Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e Envelhecimento e Multimorbidade. A primeira é o nome dado ao processo de avaliação do uso de novas técnicas e tecnologias em saúde, enquanto a segunda traz à discussão questões ligadas ao envelhecimento da população. Os vencedores vão levar R$ 200 mil em prêmios, sendo R$ 100 mil para cada tema. Os primeiros lugares ficarão com R$ 50 mil. Os segundos colocados receberão R$ 30 mil, e os terceiros, R$ 20 mil. A escolha das categorias acompanha a evolução do conhecimento médico e os desafios do setor no Brasil e no mundo, especialmente aqueles que ganharam destaque depois da pandemia da Covid-19. — Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) e Envelhecimento e Multimorbidade conectam assuntos que as pessoas entendem como importantes, e não são exclusivos da medicina privada. São pontos que desafiam os modelos de previdência e os sistemas de saúde. É sobre como a sociedade pretende enfrentar e lidar com esses tópicos, que precisam ter sustentação econômica — detalha Charles Souleyman, diretor-executivo médico da Amil. A expectativa é que as pesquisas tragam aplicabilidade e sustentabilidade econômica. — Hoje em dia, as discussões giram em torno da relação entre longevidade e autonomia. A medicina evoluiu do objetivo de oferecer mais tempo de vida, para proporcionar uma vida melhor. Talvez a gente se surpreenda com pesquisas que mudam a vida e geram mais autonomia para o público de maior idade — aponta Monica Barros, diretora de Relacionamento médico da Amil. JÚRI ESPECIALIZADO A banca avaliadora é composta por profissionais membros da Academia Nacional de Medicina (ANM) e médicos notórios em suas áreas de atuação. Entre os componentes da comissão estão Gustavo Monteiro, geriatra e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia do Rio de Janeiro (SBGG-RJ), e Nelson Teich, oncologista, consultor em saúde e ex-ministro da Saúde, cujas especialidades são diretamente ligadas às categorias do prêmio. O júri, no entanto, é formado também por especialistas de outras áreas, como Alexandre Siciliano, cirurgião cardiovascular; Carlos Alberto de Barros Franco, pneumologista; Francisco Sampaio, urologista; Giovanni Cerri, radiologista; Mauricio Younes, nefrologista; e Paulo Cesar Souza, especialista em medicina intensiva. — A ideia é trazer um olhar de todas as especialidades aos trabalhos que forem submetidos — explica Monica. O Centro Edson Bueno, pilar de educação, pesquisa e inovação do Grupo Amil, dá apoio técnico ao prêmio. — Com mais de 5 mil profissionais de saúde capacitados, o Centro se dedica à preparação de médicos e de equipes assistenciais para utilizar novas tecnologias de forma qualificada, responsável e alinhada às necessidades dos pacientes. Já é um alicerce da Amil — comenta Charles Souleyman. Segundo o diretor-executivo médico da Amil, essa edição do Prêmio Amil de Medicina é o primeiro passo para, quem sabe, outras ações de incentivo à pesquisa: — Queremos promover iniciativas como essa cada vez com mais frequência, acompanhando os desafios da sociedade. E que o país se beneficie disso em todas as dimensões — finaliza o diretor-executivo médico da Amil. Banca do Prêmio Amil de Medicina 2026 Divulgação e Arte/GLab