A prefeitura do Rio anunciou no fim desta semana a segunda fase da licitação para operar as linhas de ônibus da cidade. As propostas dos futuros operadores serão apresentadas em 28 de agosto. Estão previstos para esses cinco lotes em questão — que abarcam Bangu, Campo Grande, Guaratiba e Santa Cruz, na Zona Oeste, além de Ilha do Governador e Vila Isabel, na Zona Norte — 1.420 coletivos: 43% da frota será composta por veículos de piso baixo. Ônibus do Rio: Segunda fase da licitação engloba Zona Oeste, Vila Isabel e Ilha do Governador: 'É o fim da Paranapuan' Cúpula do IPM presa: 'Rio chegou ao fundo do poço e descobriu que ainda havia uma caixa de gordura', diz juiz sobre desvio de verbas públicas Esses modelos têm motor instalado na parte traseira. Sua entrada fica no nível das calçadas, sem degraus, para facilitar a acessibilidade dos passageiros. No mês passado, o prefeito Eduardo Cavaliere compartilhou nas redes sociais imagens de um coletivo de piso baixo comprado pelos vencedores da primeira etapa da licitação, referente à Zona Oeste. Ônibus piso baixo tem entrada no nível da calçada Reprodução / Instagram / Eduardo Cavaliere Para receber esses novos coletivos, a prefeitura prepara novas etapas da Operação Asfalto Liso, que irá recapear vias principais da cidade entre o fim deste ano e 2028. O planejamento da intervenção foi feito pela Secretaria de Conservação (Seconserva), que ouviu a Secretaria de Transportes (SMTR). Quer reduzir número de secretarias: Desembargador Ricardo Couto estima ter mais 60 dias no governo e quer cortar ao menos R$ 5 bilhões de gastos Estão previstos três modelos para compor a frota nessa nova fase da licitação: miniônibus (micro) e midiônibus (tamanho médio) — Cavaliere explica que "esses modelos não têm piso baixo" — além dos ônibus básicos, de tamanho grande, que necessariamente serão de piso baixo. A escolha dos locais que receberão esse último modelo tem a ver com demanda de passageiros, assim como as características das vias em que esses veículos circularão, conforme ponderou o secretário de Transportes, Jorge Arraes Operação do MPRJ: Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões No ano passado, O GLOBO mostrou que esse tipo de coletivo havia caído em desuso na cidade justamente por conta da qualidade do asfalto. Sua manutenção é considerada mais cara que a de um veículo convencional. Ônibus de piso baixo que rodou no Rio no passado Alexandre Cassiano / Agência O Globo / 11-05-2013 Initial plugin text
Ônibus de piso baixo serão 43% da frota da segunda fase da licitação no Rio