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Com pressão regional, programa internacional de médicos vira alvo na estratégia dos EUA contra Cuba

Com pressão regional, programa internacional de médicos vira alvo na estratégia dos EUA contra Cuba

Antes mesmo das restrições ao petróleo e das ameaças sobre uma possível "tomada de poder amigável" de Cuba, o governo de Donald Trump já mirava um fluxo um pouco menos visível, mas vital para a economia do país, sob embargo econômico americano há décadas: seu programa de envio de médicos ao exterior. No ano passado, ao classificar as missões organizadas por Havana como "trabalho forçado" e sugerir que acordos firmados por outros países nessa área poderiam pesar nas relações com Washington, os EUA puseram um alvo no programa, buscando ampliar a pressão sobre o governo cubano. A estratégia ganhou novo fôlego no contexto atual, com o agravamento da crise energética em Cuba após a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, levando países parceiros a rever, encerrar ou reformular contratos diante do risco de atritos com os EUA. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.