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Brasileira stalker de Jungkook (BTS): família revela transtorno mental e pede volta ao Brasil

Brasileira stalker de Jungkook (BTS): família revela transtorno mental e pede volta ao Brasil

Meu povo, eu precisei largar o celular na cama e encarar o teto, porque isso aqui parece episódio proibido de fanfic que virou boletim de ocorrência. Uma brasileira, ali na casa dos 30, foi indiciada na Coreia do Sul por stalking e invasão de propriedade contra o Jungkook, do BTS. Sim, o Jungkook, o homem que espirra e vira trend global, agora com a campainha de casa virando trilha sonora de terror.Segundo a acusação, o roteiro foi de 7 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026, em Yongsan, Seul. Ela teria ido à residência dele 23 vezes, deixando cartas, esperando na porta e insistindo no interfone como se fosse entrega atrasada de luxo, só que versão pesadelo. Eu li “23 vezes” e já ouvi na minha cabeça o barulho de “toc toc toc” de novela, só que com polícia e lei rígida no final.A cena mais absurda, meu bem, veio em 13 de dezembro. Ela tentou entrar aproveitando a ausência de um entregador, foi detida, interrogada e liberada depois de dizer que só queria que ele soubesse que ela estava lá, sem más intenções. A polícia então emitiu uma ordem emergencial de não aproximação, 100 metros. E aí você acha que acabou? Claro que não, aqui é o spin-off internacional do caos.Mesmo com a proibição, ela voltou em janeiro. Resultado, nova prisão em 10 de fevereiro e indiciamento em 27 de fevereiro. Uma parte da acusação de tentativa de invasão, que falava em sete episódios, acabou arquivada por falta de provas, mas o stalking e o descumprimento da medida de proteção seguem firmes, como K-drama que se recusa a encerrar no episódio 12.Ela teria admitido que fez tudo “por amor ao Jungkook”, sem intenção de causar dano. Só que amor que ignora limite, ordem judicial e segurança alheia vira outra coisa, vira caso de polícia, vira problema de saúde, vira um nó que ninguém resolve com grito de fã na calçada.E aí entra a parte que muda o tom, porque a família contou que ela tem diagnóstico de transtorno mental desde 2021, e que estaria sem medicação na Coreia. Eles dizem que ficaram desesperados, sem Natal e sem Ano Novo, pensando nela sozinha, e pedem repatriação para tratamento no Brasil, com a mãe cuidando. Isso aqui, meu amor, já não é fofoca saborosa, é caso sério com gente real no meio, com risco para todo mundo, inclusive para ela.A embaixada brasileira em Seul estaria prestando assistência consular, sem detalhar o caso publicamente. E enquanto isso o assunto viraliza no Brasil, porque a Coreia tem leis duras contra stalkers de idols e o BTS está voltando ao radar pós-serviço militar, com o planeta inteiro em modo histeria coletiva.Eu vou te falar, meus fofoqueiros de elite, eu fiquei com dois sentimentos ao mesmo tempo. Medo pelo Jungkook, que merece paz dentro de casa, e preocupação real com a mulher, porque transtorno mental sem tratamento não vira moralismo de internet, vira urgência. Que a Justiça faça o trabalho dela, e que a família consiga o básico, tratamento e segurança, sem transformar esse caso num circo de timeline. Rs