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Brasil cria mais de 1,27 milhão de empregos formais em 2025, aponta Caged

Brasil cria mais de 1,27 milhão de empregos formais em 2025, aponta Caged

O saldo de postos do mercado formal de trabalho no Brasil foi de 1.279.498 empregos criados, segundo dados do Ministério do Emprego e Trabalho (MTE) divulgados nesta quinta-feira. O número considera a diferença entre contratações e demissões no período.Saque-aniversário do FGTS: nova parcela da liberação de saldo bloqueado começa na segunda-feiraCompro casa agora ou espero a Selic cair? Veja o impacto dos juros a 15%O resultado representa um crescimento de 2,71% em relação ao estoque de empregos de 2024. No entanto, este é o menor saldo de empregos criados desde a pandemia, em 2020, que registrou um saldo negativo de 189 mil empregos. Em 2024, por exemplo, houve um crescimento de 1,7 milhões de vagas criadas (3,69%).O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que o cenário de altos juros, com a taxa básica de juros em 15% ao ano, influenciou sobre um processo de desaceleração do crescimento do mercado de trabalho.— Procurei dialogar com o Banco Central desde o primeiro semestre do ano, mostrando que o que a gente conseguia interpretar das atas e pela pressão que o mercado exerce, que isso poderia levar a um movimento de desaceleração do ritmo de crescimento — disse em entrevista coletiva nesta quinta.Desempenho por setorDo total de empregos criados em 2025, a maior parte (758 mil) vieram do setor de serviços. O comércio teve um saldo positivo de 247 mil, e a indústria gerou 144 mil empregos. Enquanto isso, a construção e agropecuária registraram um crescimento mais modesto, de 88 mil e 42 mil empregos criados.Houve um crescimento de renda em 2025, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O salário médio de admissão em dezembro do ano passado foi de R$ 2.303,78, um aumento de R$ 57,18 (2,55%) em relação ao valor registrado ao final de 2024.Todos os estados do país tiveram um saldo positivo na criação de empregos, com os maiores crescimentos registrados no Amapá (8,41%) e Paraíba (6,03%). Enquanto isso, Espírito Santo (1,62%) e Minas Gerais (1,61%) tiveram os menores aumentos. A média das 27 unidades federativas foi de um crescimento de 2,71%.

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