Inflação da zona do euro cai em janeiro em início de fase de fraqueza

Inflação da zona do euro cai em janeiro em início de fase de fraqueza

Aumento dos preços nos 21 países que compartilham o euro ​caiu para 1,7% ⁠em janeiro

Lucro da Stora Enso cai 21% no 4o trimestre, sinaliza fraqueza em embalagens e reduz investimentos

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Caiado participa de evento com Marco Rubio sobre minerais críticos

Caiado participa de evento com Marco Rubio sobre minerais críticos

Governo de Goiás informou que Caiado participa do evento sobre mineirais críticos e terras raras a convite de Marco Rubio.

Projeto garante Teste da Mãezinha gratuito para gestantes no SUS

Projeto garante Teste da Mãezinha gratuito para gestantes no SUS

O Projeto de Lei 547/25 garante a todas as gestantes o direito de realizar gratuitamente o "Teste da Mãezinha" durante o pré-natal na rede pública de saúde. O exame, que diagnostica precocemente hemoglobinopatias, como a anemia falciforme, será oferecido em maternidades, hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).O teste consiste na coleta de sangue impregnado em papel-filtro, similar ao Teste do Pezinho realizado em bebês. Caso o resultado indique alguma alteração na hemoglobina, a gestante será imediatamente encaminhada para orientação e acompanhamento médico especializado na rede pública.De acordo com o autor da proposta, deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), as hemoglobinopatias alteram o formato dos glóbulos vermelhos, dificultando a circulação e o transporte de oxigênio. Durante a gravidez, essa condição pode acarretar complicações sérias tanto para a saúde da mãe quanto do bebê, como risco de parto prematuro e nascimento de bebês com baixo peso.A detecção precoce permite que uma equipe multiprofissional, incluindo obstetras e hematologistas, monitore a saúde da mulher e da criança de forma preventiva.Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) investiga essas doenças no pré-natal por meio de exame de sangue comum, mas a metodologia específica e ágil do Teste da Mãezinha não é garantida por lei federal em todas as unidades de saúde do país.A proposta está em análise na Câmara dos Deputados e será examinada de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pessoas que dormem tarde têm maior risco de infarto e AVC, indica estudo; como se proteger?

Pessoas que dormem tarde têm maior risco de infarto e AVC, indica estudo; como se proteger?

Dificuldade de manter hábitos saudáveis está entre os principais fatores ligados à piora da saúde nesse grupo

Vacina contra a dengue será distribuída em todo o Estado

Vacina contra a dengue será distribuída em todo o Estado

Doses serão aplicadas em crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos

Projeto obriga farmácias do SUS a aceitar receitas de enfermeiros

Projeto obriga farmácias do SUS a aceitar receitas de enfermeiros

O Projeto de Lei 1760/25, em análise na Câmara dos Deputados, obriga as farmácias vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) a aceitarem prescrições de medicamentos emitidas por enfermeiros.Atualmente, a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem permite que enfermeiros prescrevam medicamentos em programas de saúde pública e rotinas aprovadas pelas instituições. No entanto, muitos pacientes ainda enfrentam recusas ao retirar remédios nas farmácias.A autora do projeto, deputada Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ), destaca que essas recusas geram insegurança jurídica e prejudicam o tratamento, especialmente na atenção primária à saúde. "A atuação de enfermeiros na atenção primária à saúde é relevante para garantir assistência rápida e resolutiva, especialmente em regiões com carência de médicos", afirma a parlamentar na justificativa.A obrigatoriedade se aplica a medicamentos que não exijam receituário especial de controle rigoroso. Além de aceitar as prescrições, as farmácias do SUS devem treinar servidores para reconhecê-las e colocar avisos visíveis informando sobre a aceitação de receitas de enfermeiros.O descumprimento prevê penalidades, iniciando com advertência, seguidas de multa em caso de reincidência e suspensão temporária de funcionamento após infrações repetidas. A fiscalização caberá aos órgãos de vigilância sanitária.A proposta será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Saúde, de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

Ministério da Saúde amplia em 42% diagnóstico da hanseníase e fortalece resposta do SUS

Ministério da Saúde amplia em 42% diagnóstico da hanseníase e fortalece resposta do SUS

A atual gestão do Ministério da Saúde ampliou de forma expressiva o diagnóstico da hanseníase nos últimos anos. Entre 2022 e 2024, a proporção de casos novos identificados por meio do exame de contatos, principal estratégia para a detecção precoce da doença, cresceu cerca de 42% – passou de 9,6% para 13,3% no período. O avanço é resultado direto [...]O post Ministério da Saúde amplia em 42% diagnóstico da hanseníase e fortalece resposta do SUS apareceu primeiro em BASTIDORES DO PODER.

Ministério da Saúde amplia em 42% detecção de hanseníase no SUS

Ministério da Saúde amplia em 42% detecção de hanseníase no SUS

A atual gestão do Ministério da Saúde registrou um aumento de 42% na proporção de casos novos de hanseníase identificados por exame de contatos, passando de 9,6% em 2022 para 13,3% em 2024. Esse avanço resulta da ampliação da testagem e do reforço das ações de vigilância ativa no Sistema Único de Saúde (SUS).Entre as principais ações, destaca-se a oferta de testes rápidos no SUS iniciada em 2023, com a distribuição de mais de 307 mil unidades para avaliação de contatos. Em 2024, foi implantado o exame PCR nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN), com habilitação de todos os estados e entrega de 2,8 mil kits para atender 1,4 mil pessoas inicialmente. Além disso, o teste LPA para identificação de resistência antimicrobiana foi introduzido em 11 LACENs, com expansão para Minas Gerais em 2025 e previsão de inclusão de pelo menos mais quatro estados neste ano.Os indicadores de hanseníase mostram recuperação pós-pandemia de Covid-19. A taxa de detecção, que caiu de 13,23 em 2019 para 8,49 em 2020, alcançou 10,41 em 2024. Apesar disso, o percentual de grau 2 de incapacidade física permaneceu em 11,5%, similar ao de 2022, devido ao atraso diagnóstico acumulado durante a pandemia.O acesso à assistência e tratamento também avançou: os atendimentos relacionados à hanseníase cresceram 38%, de cerca de 140 mil em 2022 para mais de 194 mil em 2024. As ações de prevenção de incapacidades físicas registraram mais de 16 mil atendimentos em 2024, contra 12,5 mil em 2022. O número de pacientes em tratamento subiu de 22,3 mil para 27,4 mil no mesmo período, refletindo o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde.Em 2025, o Ministério distribuiu 3,4 milhões de medicamentos, incluindo mais de 390 mil esquemas de poliquimioterapia (PQT). O Brasil registrou 20,6 mil casos novos em 2024, com redução de 3,86% nos casos em menores de 15 anos, de 958 em 2023 para 921 em 2024. Dados parciais de 2025 indicam 676 casos nessa faixa etária.O enfrentamento da hanseníase é conduzido pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios, por meio de vigilância epidemiológica, diagnóstico precoce, tratamento oportuno e interrupção da transmissão. A Estratégia Nacional para Enfrentamento à Hanseníase 2024–2030, alinhada à Estratégia Global da OMS, visa alcançar 87,5% dos municípios sem casos novos autóctones em menores de 15 anos por cinco anos consecutivos. Nesse indicador, o percentual subiu de 73,1% em 2019 para 80,6% em 2024.

Joelho, tornozelo e lombar: articulações mais exigidas no samba

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Samba no pé passa a impressão de leveza, mas o corpo sente e muito. Ensaios longos, movimentos ...